Treino de Força ou Cardio para Emagrecer: Qual Priorizar?

Treino de força ou cardio para emagrecer: qual deve ser a prioridade?

 

Treino de força ou cardio para emagrecer – TG FitStudio

 

 

Treino de força ou cardio para emagrecer: qual deve ser a prioridade?

 

Quando o objetivo é perder peso, uma das primeiras ideias que ainda surge é:

 

“Tenho de fazer mais cardio.”

 

Correr, caminhar, andar de bicicleta ou passar mais tempo numa máquina cardiovascular parecem escolhas óbvias porque permitem aumentar o gasto energético.

 

E não há nada de errado nisso.

 

O treino cardiovascular pode ser uma excelente ferramenta e traz benefícios importantes para a saúde.

 

Mas, se o teu objetivo é perder gordura e melhorar a composição corporal, fazer apenas cardio pode não ser a melhor estratégia.

 

No TG FitStudio, tendemos a colocar o treino de força no centro do programa e utilizar o trabalho cardiovascular como complemento quando necessário.

 

Vamos perceber porquê.

 

 

1. Para perder gordura, o treino não trabalha sozinho

 

Antes de compararmos treino de força e cardio, há uma questão importante.

 

Nenhum tipo de treino consegue substituir aquilo que acontece no resto do dia.

 

Para perder gordura corporal é necessário, ao longo do tempo, existir um défice energético. ou seja, gastar mais energia do que aquela que consumimos.

 

É aqui que a alimentação assume um papel determinante.

 

Isto não significa passar fome, eliminar hidratos de carbono ou seguir dietas extremamente restritivas.

 

Significa que treino, alimentação e estilo de vida têm de trabalhar em conjunto.

 

O exercício é uma parte importante do processo, mas não devemos olhar para o treino apenas como uma forma de queimar calorias.

 

 

 2. O cardio pode ajudar – mas não deve ser a única estratégia

 

Caminhar, correr, andar de bicicleta, nadar ou utilizar uma máquina cardiovascular aumenta o nosso gasto energético e melhora a capacidade cardiorrespiratória.

 

Tudo isto é positivo.

 

E se gostas de correr ou andar de bicicleta, não há qualquer razão para deixares de o fazer.

 

O problema aparece quando alguém associa automaticamente emagrecimento a:

“Preciso de fazer o máximo de cardio possível.”

 

Mais nem sempre significa melhor.

 

Principalmente quando esse aumento de cardio substitui completamente o treino de força ou cria uma rotina tão exigente que se torna difícil de manter.

 

O cardio deve ser visto como uma ferramenta, não como a única solução para perder peso.

 

 

3. Porque damos prioridade ao treino de força

 

Durante um processo de perda de peso, não queremos simplesmente que o número na balança diminua.

 

Idealmente, queremos perder sobretudo gordura corporal enquanto procuramos preservar o máximo possível de massa muscular.

 

É aqui que o treino de força assume um papel particularmente importante.

 

Quando treinamos os músculos de forma adequada e progressiva, estamos a dar ao organismo um estímulo para manter essa massa muscular.

 

Além disso, o treino de força permite melhorar:

  • a força;
  • a capacidade física;
  • a função muscular;
  • a realização de tarefas do dia a dia;
  • e, juntamente com alimentação e treino adequados, a composição corporal.

 

É por isso que, quando alguém nos procura com o objetivo de emagrecer, não pensamos apenas em quantas calorias essa pessoa consegue gastar durante o treino.

 

Queremos também saber que corpo estamos a ajudar a construir durante esse processo.

 

 

4. Perder peso e perder gordura não são exatamente a mesma coisa

 

Esta distinção é particularmente importante.

 

A balança mostra-nos o peso total.

 

Não nos diz, isoladamente, quanto desse peso corresponde a gordura, músculo, água ou outras componentes do organismo.

 

Imagina duas pessoas que perdem exatamente 5 kg.

 

Isso não significa necessariamente que tiveram a mesma alteração da composição corporal.

 

Por isso, olhar exclusivamente para o peso pode levar-nos a ignorar mudanças importantes.

 

Podes estar a perder gordura, preservar ou aumentar massa muscular, ficar mais forte e notar diferenças na roupa e nas medidas corporais sem veres na balança a descida rápida que esperavas.

 

O objetivo não deve ser apenas pesar menos.

 

Queremos melhorar a composição corporal e, ao mesmo tempo, construir um corpo mais forte e funcional.

 

 

5. Fazer cada vez mais cardio nem sempre é a resposta

 

Há outro comportamento bastante comum durante um processo de emagrecimento:

 

A balança não desceu esta semana?

 

Mais cardio.

 

Comeste mais durante o fim de semana?

 

Mais cardio.

 

Queres acelerar os resultados?

 

Mais cardio.

 

Esta lógica pode transformar o exercício numa espécie de ferramenta de compensação.

 

Treinar não deve ser um castigo pelo que comeste.

 

Se o progresso não está a acontecer como esperado, vale mais a pena analisar o processo como um todo: alimentação, atividade diária, treino, recuperação e consistência.

 

Adicionar continuamente mais exercício não resolve necessariamente o problema.

 

 

6. Então devo deixar de fazer cardio?

 

Não.

 

Não precisamos de transformar esta discussão numa guerra entre treino de força e cardio.

 

Ambos podem fazer parte de um programa de exercício.

 

O que defendemos é uma questão de prioridade.

 

Se tens pouco tempo disponível para treinar e queres perder gordura, melhorar a composição corporal e ficar fisicamente mais capaz, o treino de força deve ocupar um lugar central no programa.

 

Depois podemos acrescentar atividade cardiovascular de acordo com os teus objetivos, preferências, disponibilidade e condição física.

 

E não te esqueças da forma mais simples de aumentar a atividade física:

 

mexer-te mais ao longo do dia.

 

Caminhar mais, utilizar as escadas ou simplesmente passar menos tempo sentada também conta.

 

 

7. Como organizar o treino quando o objetivo é emagrecer?

 

Não existe uma fórmula igual para toda a gente.

 

Uma pessoa que nunca treinou, alguém que já treina há vários anos e uma pessoa que corre três vezes por semana têm necessidades diferentes.

 

Mas podemos pensar numa hierarquia simples:

 

Treino de força como base.

 

Depois, atividade física diária e, quando fizer sentido, trabalho cardiovascular complementar.

 

Tudo isto acompanhado por uma alimentação adequada ao objetivo e uma rotina que consigas manter.

 

Para muitas pessoas, 2 ou 3 sessões semanais de treino de força já podem constituir uma boa base.

 

Mais importante do que tentar fazer tudo é encontrar uma estrutura que consigas repetir semana após semana.

 

Afinal, força ou cardio para emagrecer?

 

Os dois podem ajudar.

 

Mas não desempenham exatamente o mesmo papel.

 

O cardio é uma ferramenta útil para melhorar a capacidade cardiovascular e aumentar o gasto energético.

 

O treino de força ajuda-nos a preservar e desenvolver aquilo que não queremos perder durante o processo: músculo, força e capacidade física.

 

Por isso, se tivermos de estabelecer uma prioridade no programa de treino, tendemos para o treino de força.

 

Não porque o cardio seja mau.

 

Mas porque emagrecer não deve significar simplesmente fazer o número da balança descer.

 

Se queres emagrecer, não treines apenas para gastar calorias.

 

Treina para ficares mais forte, preservares massa muscular e melhorares a tua capacidade física.

 

O objetivo não deve ser simplesmente pesar menos.

 

Deve ser construir um corpo mais forte, saudável e capaz.

 

 

Queres perder peso mas não sabes como estruturar o teu treino?

 

No TG FitStudio não utilizamos uma solução igual para todas as pessoas.

 

Antes de começares, queremos perceber os teus objetivos, experiência, condição física e disponibilidade para encontrarmos a abordagem mais adequada ao teu ponto de partida.

 

Por isso, o primeiro passo é uma Avaliação de Objetivos gratuita e sem compromisso.

Comprometido com o teu sucesso,

Tiago Guedes | TG FitStudio

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